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MUNDO LIVRE S/A LANÇA NOVO CLIPE PRO CARNAVAL

Por Tathianna Nunes

No carnaval, a Mundo Livre S/A chega para abalar no reinado de Momo com uma série de shows de sábado à terça de carnaval, em diferentes pólos espalhados pela Região Metropolitana do Recife. No repertório estão hits que marcaram a história desta icônica representante do manguebeat e em destaque as canções no recém-lançado “Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa”.

A farra da trupe liderada por Fred 04 começa em Jaboatão dos Guararapes no sábado e segue nos outros dias para o Recife, onde se apresentam em Casa Amarela e no Alto Zé do Pinho, até chegar no município de Ipojuca na terça-feira gorda. Logo após o carnaval, o grupo entra em um pesado ritmo de ensaios para o show de lançamento de “Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa” em São Paulo, com três datas seguidas no SESC Pompéia, entre os dias 08 e 10 de março.

Enquanto isso no mundo virtual – em parceria com a Aeso, os músicos da Mundo Livre S/A ganham clipe para a música “O Velho James Brownse já dizia” do recém-lançado disco. O trabalho foi dirigido por Leonardo Castro, professor da instituição, e gravado na Red Lounge, no bairro de Casa Forte. Para o clipe, foi criado um verdadeiro clima de carnaval com fantasias assinadas por Carol Azevedo, maquiagem de Priscila Luna e Dawy Vilar, e com figurantes de todas as idades que comprova que a banda está na memória dos fãs antigos e conquista novos a cada dia. O clipe será lançado virtualmente no www.mundolivresa.com.

ENTREVISTA COM LEO CASTRO (DIRETOR DO CLIPE)

1. Qual a história do clipe?
O Clipe não conta uma história amarrada, a idéia era reproduzir o clima de um baile de carnaval, onde as pessoas se divertem e acontecem situações recorrentes, como dança entre amigos, paqueras, carícias, trocas de olhares, celebração. Queria que fosse uma festa de gente real, não um desfile de corpos exuberantes, que trouxesse um pouco da irreverência carnavalesca, que explorasse o duplo sentido da música e que o espectador tivesse a impressão de que aquilo foi realmente divertido.

2. Como foi feita a seleção dos atores e figurantes?
Fizemos uma chamada para participação voluntária no clipe, houve divulgação boca a boca e através de redes sociais. Houve uma espécie de casting, muito mais pra perceber os tipos que estavam a fim de participar da gravação e estabelecer um primeiro contato, pra explicar como funcionaria o nosso dia de trabalho, que foi extremamente agradável e descontraído, mas que exigiu disciplina e entrega dos participantes, pois foi bastante exaustivo. A preparação envolveu a elaboração de um roteiro com algumas situações previstas, mas era aberto o suficiente pra tirar proveito dos recursos humanos disponíveis. No fim o resultado é bem próximo ao planejado em storyboard, mas com grande variação de personagens e o aproveitamento de imagens muito boas que surgiram na própria dinâmica do set.

3. Quem não apareceu, mas fez acontecer?
O clipe só foi possível por conta dos parceiros que deram suporte à produção, entre eles a AESO-Faculdades Integradas Barros Melo, que viabilizou as condições para a realização do trabalho, a Nahsson Filmes, co-produtora do projeto, que subsidiou o aluguel do equipamento e trouxe uma equipe muito competente para o set, Beto Martins, que foi o nosso diretor de fotografia, a produtora ZeroNeutro e Tathianna Nunes que viabilizaram a equipe de Carol Azevedo que produziu os figurinos e Dayw Vilar que cuidou da maquiagem. Além, é claro, dos fãs da banda, que compraram a idéia e toparam participar voluntariamente das gravações, emprestando o entusiasmo que precisávamos para o clipe ser bem sucedido. Não podemos esquecer de citar a Red Lounge, que serviu de locação à gravação e foram muito prestativos nos serviços oferecidos.

01 comentários

  • Parabéns Léo pela bela obra, um grande abraço.

    Pedro Roberto 22.02.2012 08h01

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