Coquetel Molotov

Patrocínio

Destaque Notícias, Notícias

OFICINA FILOSOFIA MUSICAL ABRIU AS ATIVIDADES DO NO AR 2011

Por Tathianna Nunes e Bruno Guimarães

O fes­ti­val No Ar Coquetel Molotov já pode come­mo­rar os resul­ta­dos obti­dos na ofi­cina Filosofia Musical. Promovida pelo fes­ti­val em par­ce­ria com a Red Bull, a ofi­cina teve como ins­tru­tor o artista plás­tico Derlon Almeida, sendo rea­li­zada nos últi­mos dias 08 e 09 de setem­bro, na casa da Red Bull, em Boa Viagem. A dica de Derlon para a ofi­cina veio de H.D.Mabuse que sem­pre está dis­posto a nos ajudar.

O caos artís­tico que domi­nou a ofi­cina acon­te­ceu num ambi­ente envol­vido por muita música e claro, a ener­gia ins­pi­ra­tó­ria da bebida Red Bull.

Como forma de envol­ver os par­ti­ci­pan­tes numa atmos­fera cri­a­tiva, o método uti­li­zado por Derlon con­tem­plava a aná­lise das letras, melo­dias e ima­gens de artis­tas que vão inte­grar a pro­gra­ma­ção do No Ar 2011. Muitas des­sas ban­das sequer foram divul­ga­das ofi­ci­al­mente. Pincéis, lápis, tin­tas diver­sas e cane­tas espe­ci­ais resul­ta­ram em car­ta­zes fan­tás­ti­cos! Aproveitamos a opor­tu­ni­dade e para­be­ni­za­mos todos os envolvidos!

Os car­ta­zes serão digi­ta­li­za­dos e pos­te­ri­or­mente espa­lha­dos por diver­sos pon­tos e esta­be­le­ci­men­tos do Recife, onde o público terá a opor­tu­ni­dade de con­fe­rir o resul­tado final. Os tra­ba­lhos foram assi­na­dos por artis­tas já con­sa­gra­dos da cidade, ini­ci­an­tes das artes plás­ti­cas e ainda artis­tas de outros estados.

[Confira aqui uma entre­vista com Derlon Almeida, ins­tru­tor da ofi­cina]

Instrutor - O traço de Derlon faz suas obras pare­ce­rem xilo­gra­vu­ras. Ele pode usar pin­cel, como os pin­to­res, ou spray, como os gra­fi­tei­ros, mas elas sem­pre dão a impres­são de terem sido fei­tas com relevo em madeira. Com pou­cas e con­tras­tan­tes cores, apro­pri­a­ção da esté­tica da xilo­gra­vura criou uma sim­bi­ose da inter­ven­ção urbana com um dos prin­ci­pais meios de comu­ni­ca­ção impressa da cul­tura popu­lar. Da arte de rua – gra­fite, lambe-lambe –, seu dese­nho traz a vari­e­dade de supor­tes e a ten­dên­cia a explo­rar a arqui­te­tura e o espaço urbano, adqui­rindo uma dimen­são mural. Ele atu­a­liza a xilo­gra­vura popu­lar do Nordeste, mis­tu­rando seres ala­dos com apa­re­lhos de som, de TV e ícones da cul­tura pop.

02 comentários

  • muito booa mesmo a ofi­cina, para­béns orga­ni­sa­do­res e ofi­ci­neiro Derlon, valews, espero a pro­xima :)

    NANDA C. 11.09.2011 10h35

Deixe um novo comentário