Cineconcerto

Ao longo dos anos a Mostra Play The Movie foi acompanhada de filmes e de shows: cinema e música, assim como é sua definição. Neste ano, porém, os desafios foram maiores e os cine-concertos que tradicionalmente aconteciam ao vivo com público em diferentes lugares (seja no teatro ou ao ar livre) tiveram que mudar também. Então para que este momento não passe em branco e tenhamos um registro desta nova experiência, gravamos as apresentações dos grupos e artistas selecionados e captamos depoimentos de cada um. Todo este material será visto depois em dois momentos, um com o público em Belo Jardim e outro online onde assistiremos juntes as apresentações ao vivo de Una, Mago Trio, PRK e Abaixo de Deus e a Força dos Encantadus sob a direção e edição do produtor audiovisual Gabriel Rolim (@rollinos). As imagens que aparecem junto aos shows nos cine-concertos são de obras relacionadas no portal Tela Trans, um projeto audiovisual que dá visibilidade a cineastas trans no país.



Foto da banda

Mago Trio

Baixo: Gledson Lamartine
Guitarra: Eduardo Espíndola
Bateria: Heligeison Feitosa

Filme: Griot (Dir.: Pedro Dantas)

Mago é um Power-trio natural de Belo Jardim que propõe texturas sonoras instrumentais para expressar situações do cotidiano social. A trilha sonora de cada dia, de cada cena de nossas vidas. Uma espécie de alquimia que passeia pelo rock, baião, soul, funk e psicodelia.


Foto da banda

Abaixo de Deus a Força dus Encantadus

Voz e violão: Álefe Passarin
Voz e violão: Galvöao
Voz e violão: Nathália Tenório
Figurino: Gio Fraga

Filme: O Livro dos Falsos Princípios (Dir.: Noá Bonoba, Bárbara Cabeça, Lux Farr)
Filme: Bilhete do Fim (Dir.: Andrógine Zago, Sofia Rodrigues)

Nasce no interior de Pernambuco, no Agreste Meridional, na cidade de Brejão, o projeto “Abaixo de Deus e a força dus Encantadus”. Nome que carrega o sopro da voz que soa do povo indígena Pankararu, aldeia onde foram ouvidas essas palavras mágicas. Nathália Tenório, Álefe Passarin e Galvoäo formam o projeto, que busca retornar à memória da partilha que vêm vivendo no encontro interiorano, onde a canção tem sido manifesto performático e resultado do estudo do existir pelo prisma da magia, como seres cocriadores de uma nova realidade. Uma realidade em que nós, como viventes na terra, possamos nos encantar, curando a nossa história, assumindo nossa ancestralidade através da arte como portal para a Nova Era, contribuindo para o despertar da consciência coletiva.


Foto da banda

PRK

Voz: PRK
DJ: Zord
Baixo: Gledson Lamartine
Guitarra: Eduardo Espíndola
Bateria: Heligeison Feitosa

Filme: O Olho e O Espírito (Dir.: Ander Beça)
Filme: Pátria (Dir.: Liv Costa, Sunny Maia)

Paulo Ricardo Silva Santos, conhecido também como PRK ou PRKILLA, nascido e residente na cidade de Belo Jardim (PE), deu ínicio a sua carreira musical em 2012, quando gravou sua primeira faixa. Desde então, trabalhando de forma independente, PRK montou seu homestudio Naz'Intoca Records, onde produz e estimula jovens artistas da sua região. Com um variado cardápio entre 6 discos, singles e clipes, PRK vem chamando atenção do Rap Nacional para o Agreste Pernambucano, conseguindo matérias nos principais sites do Brasil e em Jornais como Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco e citados nos canais grandes do Rap Nacional como o Rap Genius.


Foto da banda

UNA

Voz: Una
Percussão: Aishá Lourenço
DJ: Makeda

Filme: Floresta Espírito (Dir.: Clara Chroma)
Filme: Escritas ao Entorno (Dir.: Sumé Aguiar)
Filme: Terra Ausente (Dir.: Noá Bonoba)

Una é Cantora, performer e atriz. Começou o seu trabalho no ramo musical em 2007 na banda Sabiá Sensível, inicialmente assinando como Aninha Martins, em pouco tempo conquistou espaço em diversas bandas do Recife. É dona de uma voz marcante e uma atuação visceral. Pesquisou canto popular e música brasileira no Conservatório Pernambucano de Música, em sua trajetória, além do Sabiá Sensível, integrou Malvados Azuis, D Mingus, e Grupo Varal. No ano de 2012 realizou sua primeira atuação solo no Festival Lo-Fi, onde seu carisma, talento e força cênica surpreendeu o público. Somando essa experiência à vontade de traçar um caminho com sua identidade, nasce Esquartejada, um amadurecimento do seu trabalho musical e cênico. Para Una, o conteúdo performático é uma base desde a época do Sabiá Sensível, banda na qual iniciou sua jornada nos palcos.

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