TOP 10 – FEVEREIRO NA GROOVER

Desde fevereiro deste ano, o Coquetel Molotov é um dos curadores da plataforma Groover. A plataforma permite uma conexão eficaz com curadores e profissionais do seu nicho musical de forma simples e eficaz.

A gente sabe que a maioria dos artistas já quebrou a cabeça para pensar em uma estratégia de promoção do seu trabalho sem ter um orçamento para tal. Foi daí que a Groover veio para facilitar o trabalho dos artistas independentes que se auto gerenciam ou que não contam com uma grande estrutura por trás.
Ao enviar sua música pela Groover, você receberá um feedback profissional garantido em até 7 dias e terá a possibilidade de ter a sua música promovida pelo curador/profissional se a sua música for aprovada (seja por adições em playlists, resenhas, publicações e outras formas).


O envio de cada música tem um custo super baixo e nós temos um link com 10% de desconto para a sua primeira campanha com o código COQUETELMOLOTOV10 .

Conheça o nosso TOP 10 artistas de Fevereiro da Groover!

THAIIS
@thaiismusic

THAIIS nasceu em Floresta, sertão de Pernambuco, em 1993. Neta de sanfoneiro, sobrinha de cantores e rodeada por músicos de ambos os lados da família, não fugiu ao que parecia ser o próprio destino. Ganhou o primeiro teclado aos 5 anos, aprendeu a tocar violão aos 11 e observando o pai, compôs sua primeira música aos 12. Em 2021, a artista lançou seu primeiro trabalho de estúdio, produzido por Barro, em que explora texturas sonoras ligadas ao pop e indie com influência de ritmos nordestinos, como o xote, em homenagem à própria identidade.

Hoovaranas
@hoovaranas

O trio pontagrossense Hoovaranas é formado por Rehael Martins, Eric Santana e Jorge Bahls. Iniciaram os trabalhos no começo de 2018 quando tinham respectivamente 15, 16 e 18 anos. O disco de estreia, “Poluição Sonora”, saiu em 2019 e foi gravado totalmente ao vivo dentro do galpão de uma fazenda. Após mais de 50 apresentações por festivais e casas de shows em todo o país, um documentário registrou o processo do primeiro disco e o EP visual “Isolamento” lançado no auge da pandemia. A banda inicia 2022 apresentando ao público o seu mais novo disco: Alvorada.

Gargantini
@gargantinimusic

Gargantini é o projeto eletrônico da produtora, compositora e designer de som Ana Paula Gargantini. Formada em engenharia de áudio pela SAE Institute (Melbourne), ela atualmente faz mestrado em ciência da arquitetura (áudio e acústica), na Universidade de Sydney. Entre 2016 e 2019, participou de alguns projetos na área de áudio e pós-produção de curtas como o Meg Mac music video e trabalhou na 3MBS Fine Music Radio (música clássica e jazz), onde foi responsável por gravar performances ao vivo dos compositores (live-to-air) e diversos outros concertos de música clássica para transmissão na rádio, em Melbourne. Em 2020, com o início da pandemia, a indústria da música e entretenimento (live concerts) simplesmente parou e Ana decidiu focar no mestrado para expandir o seu conhecimento em áudio e acústica de forma técnica (arquitetura e tecnologia, processamento de sinais digital, design de sistemas de áudio, etc), fora da área artística. A partir disso, teve a ideia de criar um projeto musical para exercer seu conhecimento na colaboração com cantores independentes. Seus instrumentos musicais consistem em sintetizadores e drum machines.

Graffiti Walfare
@graffiti_welfare

Gravado e autoproduzido em casa como um projeto pessoal por cinco anos antes de ser masterizado pelo The Wheelhouse Studio em Golden, Colorado, Revolving Shores da Graffiti Walfare é uma máquina de lavar cósmica de nostalgia pop pela alma errante. É um disco que se materializou como uma espécie de terapia criativa enquanto o mentor do projeto encarava seus 30 anos, tornando-se uma saída inesperada de gratidão diante da ansiedade e da perda. Do ambiente ao eletrônico, do pop minimalista ao psicodélico hiperbólico, a introspecção estereofônica explora as margens do subconsciente compartilhado, antes de se voltar para o céu. Enxágue, flutue, repita.

Felipe Malaquias
@felipemalaquias5

Felipe Malaquias é multi-instrumentista e produtor musical no Brasil. Misturando piano, sintetizadores e cordas, ele faz uma música simples com influências de grandes nomes do neo-clássico, como Ólafur Arnalds e Nils Frahm, e grandes nomes do pop como Elton John. Antes de iniciar sua carreira solo em 2019, foi tecladista de bandas de rock em São Paulo, como a Hardstuff ,e gravou os teclados do primeiro EP do guitarrista brasileiro Rodrigo Flausino, muito bem conceituado no meio do metal e hard rock. Em Setembro de 2020, lançou o seu primeiro single “Unfold”, que faz parte do seu primeiro álbum intitulado 2020, composto em dezembro do mesmo ano e lançado meses depois. Em Fevereiro de 2022, Felipe lançou seu segundo single com o nome “Lua”, que tem um tom clássico, com influências de jazz e pop, trazendo um clima relaxante ao ouvinte. Seguindo o mesmo estilo, Felipe lançou recentemente seu terceiro single chamado “Momentos” e planeja um novo álbum para o fim de 2022.

O Grito
@ogritotrio

“Estrela vermelha” é uma mistura de rock e samba setentista. Gravada em alta qualidade, no Rio de Janeiro pelo trio O Grito, a música funde uma base de violão com baixo guitarra e bateria, além de um poderoso refrão de samba com percussão marcante. Uma das grandes influências é o álbum “Acabou Chorare”, dos Novos Baianos. O single vem acompanhado de um clipe e é uma das grandes apostas para se tornar hit em 2022.

Juliah
@itisjuliah

“Sair Por Aí” é a primeira faixa do novo EP de Juliah intitulado “Nunchi”. “Escolhi essa música porque ela reflete muito o que a vida é para mim. Sempre fui de viajar em pensamentos e mergulhar a fundo em tópicos e questões, na maioria das vezes reflito na natureza, pintando o céu de fantasias e filosofias que habitam em minha mente”, conta. O single é sobre levar alguém que te faz bem ou quem ama para dentro desse espaço tão vasto, mas que é só um pedaço desse infinito universo que compõe meu ser. É sobre deixar se levar pelas sensações do momento e assistir a alma vibrar em cores, como em várias partes me remeto ao sentimento da paixão e a conexão que nasce quando nos permitimos viver essas viagens. Explorar outros mundos e universos que nos mostram além do visível, e completam com rimas e melodias nossos versos.

A Balsa
@a_balsa

A convite da empresa norte-americana de livestreaming, Legato, A Balsa inicia 2022 com a “Sessão Everest”: uma live original e um EP ao vivo do duo paulistano. Gravado em São Paulo, no estúdio Everest, o projeto da live conta com 9 faixas exclusivas das quais 5 irão virar um EP com mais cinco clipes ao vivo. Músicas que transitam tanto entre os últimos lançamentos do duo, quanto uma versão inédita de “Aquilo” do Lulu Santos (Faixa exclusiva, para a live e lançada recentemente como parte da coletânea ‘Futuro do Passado – as canções de Lulu Santos’, pela gravadora Joia Moderna). A Balsa é um duo de indie pop com atmosfera sonora, cósmica e espacial, formada pelo instrumentista e arranjador Bari e pelo compositor e cantor Fil.

Odd Numbers
@oddnumbersmusic

Odd Numbers é um produtor musical e criador de batidas com sede em Dublin, cujas produções estão em uma infinidade de subgêneros do Hip-Hop, do boom-bap da velha escola ao trap contemporâneo e RnB. No mundo emergente do hip-hop irlandês, o Odd Numbers está reunindo uma comunidade dividida. Ao explorar e colaborar com os vários bolsões de talentos em todo o país, ele continua a desenvolver suas habilidades como produtor, ao mesmo tempo em que promove coesão e comunidade dentro da cena. Tendo aparecido em revistas como The Word is Bond, Hot Press Magazine e EARMILK, ele está rapidamente construindo uma posição de destaque como produtor e artista.

Martin Ruby
@martinrubymusic

Martin Ruby é uma banda de alt-folk liderada pelo cantor e multi-instrumentista Marco North que escreve, grava e produz a partir da sua sala em Moscou, na Rússia. Seu último álbum, Jacob and the Angel traz uma música instrumental e atmosférica tocada em guitarras com mais de 100 anos. O álbum evoluiu como uma trilha sonora de quarentena para um filme que nunca foi feito. “Vivendo nesta quarentena prolongada, as palavras começaram a atrapalhar. E então eu me perguntei, todas essas pessoas solitárias não querem apenas ouvir algo que os atinge bem no coração? E se eu fizesse um álbum que soasse como seu vizinho tocando violão e você se encontrasse escutando?”, conta.