{"id":2654,"date":"2013-09-18T10:59:23","date_gmt":"2013-09-18T13:59:23","guid":{"rendered":"http:\/\/coquetelmolotov.com.br\/novo\/?p=2654"},"modified":"2013-09-24T09:05:48","modified_gmt":"2013-09-24T12:05:48","slug":"conheca-os-artistas-convidados-para-o-festival-no-ar-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/coquetelmolotov.com.br\/novo\/conheca-os-artistas-convidados-para-o-festival-no-ar-2013\/","title":{"rendered":"CONHE\u00c7A OS ARTISTAS CONVIDADOS PARA O FESTIVAL NO AR 2013"},"content":{"rendered":"<p><strong>PR\u00c9VIAS \u2013 29\/09<\/strong><\/p>\n<p><strong>MATHEUS MOTA (PE)<\/strong><br \/>\nMatheus Mota, com o seu estilo &#8220;a paisana&#8221; e seguindo uma estrutura melodica bastante interessante, consegue condensar toda uma &#8220;estranheza&#8221; musical em versos l\u00fadicos e sonoridade que com o tempo soa pop e com um tanto de nostalgia. Al\u00e9m dele no teclado e voz, formam a banda Varal que o acompanha: Rodrigo Padrao (guitarra), Aninha Martins (vocal), Aline Borba (flauta e vocal), Thiago Canuto (baixo) e Daniel Moraes (bateria).<\/p>\n<p>[soundcloud url=&#8221;http:\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/66168303&#8243; params=&#8221;&#8221; width=&#8221; 100%&#8221; height=&#8221;106&#8243; iframe=&#8221;true&#8221; \/]<\/p>\n<p><strong>SARACOTIA (PE)<\/strong><br \/>\nO grupo Saracotia foi formado pelos m\u00fasicos Rafael Marques (bandolim de 10 cordas), Rodrigo Samico (viol\u00e3o de 7 cordas), e Marcio Silva (bateria). A conflu\u00eancia e a harmonia entre eles ficou t\u00e3o evidente que resolveram concretizar a id\u00e9ia de montar um trio instrumental para tocar uma m\u00fasica livre de formas e com sotaque genuinamente brasileiro. O repert\u00f3rio do grupo \u00e9 pautado pela apresenta\u00e7\u00e3o de diversos g\u00eaneros musicais, em composi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias e releituras, amalgamados pela improvisa\u00e7\u00e3o jazz\u00edstica.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/bZ1YB1SVA94?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr>\n<p><strong>RED BULL MUSIC ACADEMY STAGE \u2013 18 e 19\/10<\/strong><\/p>\n<p><strong>MAUR\u00cdCIO FLEURY (SP)<\/strong><br \/>\nMaur\u00edcio Fleury \u00e9 um multi-instrumentista, produtor, arranjador, DJ e compositor paulistano. Atualmente, al\u00e9m de tocar teclado nas bandas de Junio Barreto e Lucas Santtana, Fleury \u00e9 uma das pe\u00e7as-chave do Bixiga 70, grupo de afrobeat que foi apontado como uma das grandes revela\u00e7\u00f5es da m\u00fasica brasileira no ano passado. Outra faceta do prol\u00edfico Fleury, artista que tamb\u00e9m fez parte dos grupos de electro-pop Multiplex e Telepathique (que inclusive ganhou cita\u00e7\u00f5es na Spin e fez tourn\u00ea no exterior abrindo para o Tricky), \u00e9 a de DJ e produtor de festas. Sua excelente Veneno Soundystem anima S\u00e3o Paulo h\u00e1 5 anos com o fino dos grooves raros (soul &#038; funk, m\u00fasicas africana, latina e brasileira).<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/pV6gbL4LLe8?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>CLAUDIO N (PE)<\/strong><br \/>\nNascido em Paulo Afonso, perto da divisa da Bahia com Pernambuco, Claudio N mora no Recife h\u00e1 anos, onde comp\u00f5e, toca, grava e canta. Em v\u00e1rios ritmos. Do som instrumental e interestelar do Chambaril, passando pelo ax\u00e9 Gozar tropical &#8211; que viajou o mundo no carrinho de CD da rua do filme \u201cO som ao redor\u201d \u2013 at\u00e9 uma voz grave e impostada do boler\u0101o Bad trip, primeira faixa do novo disco do rapaz. Intitulado \u201cAmbiente familiar\u201d, diversas refer\u00eancias foram trazidas para este disco, como trilha de filmes, hol\u00edstica, sintetizadores, entre outros. Muitos desses elementos, dos quais, j\u00e1 soa familiar a quem j\u00e1 acompanhava os trabalhos de Claudio.<\/p>\n<p>[soundcloud url=&#8221;http:\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/74424336&#8243; params=&#8221;&#8221; width=&#8221; 100%&#8221; height=&#8221;106&#8243; iframe=&#8221;true&#8221; \/]<\/p>\n<p><strong>RAFAEL CASTRO (SP)<\/strong><br \/>\nRafael Castro n\u00e3o faz rock, simplesmente. Seria muito pouco para uma identidade que vai al\u00e9m do som. Sua m\u00fasica \u00e9 um retrato cheio de novas est\u00f3rias. Com apenas 26 anos, Rafael Castro acaba de apresentar o seu novo (e oitavo) disco totalmente autoral, \u201cLembra?\u201d. Este com um ar especial. \u00c9 o seu primeiro disco que ganhar\u00e1 uma vers\u00e3o f\u00edsica ap\u00f3s uma seq\u00fc\u00eancia criativa inteiramente distribu\u00edda nas redes. Sua base setentista confirma sua identidade inspiracional, mas n\u00e3o define o tempo da sua m\u00fasica. Plural, o jovem de Len\u00e7ois Paulista, interior de S\u00e3o Paulo, \u00e9 compositor, cantor, produtor e o multi-instrumentista que tocou e gravou todos os instrumentos percebidos neste \u00e1lbum. Ele nos abra\u00e7a com o impec\u00e1vel acabamento de sua melodias e a delicada agress\u00e3o precisa de suas cr\u00f4nicas cotidianas nos catapultando para suas reflex\u00f5es particulares e urbanas que, hora s\u00e3o c\u00f4micas, hora s\u00e3o melanc\u00f3licas. Um desequil\u00edbrio necess\u00e1rio para o que chamamos de m\u00fasica da vida real, aquela dos retratos, dos momentos, das pessoas.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"248\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/eg-kt0FAy9Y\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>TEAM GHOST (Fran\u00e7a)<\/strong><br \/>\nProjeto paralelo de Nicholas Fromageau, um dos fundadores da M83, a banda Team Ghost foi criada em 2007 e revelada para a m\u00fasica ap\u00f3s abrir shows da banda Crystal Castles em Paris. Isso levou a banda a participar de diversos festivais europeus com bastante sucesso e boa repercuss\u00e3o. O estilo do grupo mistura batidas eletr\u00f4nicas com uma pegada p\u00f3s-punk. Seu primeiro disco oficial \u201cRituals\u201d saiu em mar\u00e7o de 2013, ap\u00f3s dois Eps que ganharam as redes em 2011. A banda \u00e9 formada por Nicolas Fromageau (vocal e guitarra), Christophe Gu\u00e9rin (vocal e guitarra), Benoit de Villeneuve (vocal, guitarra e teclados), F\u00e9lix Delacroix (bateria) e Pierre Blanc (baixo).<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/JWHBpBge1h0?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>GRASSMASS (PE)<\/strong><br \/>\nGrassmass \u00e9 o apelido do produtor musical Rodrigo Coelho, que j\u00e1 trabalhou com artistas pelo mundo como Arto Lindsay, Nan\u00e1 Vasconcelos e j\u00e1 participou de bandas e projetos como Suvaca di Prata, Jorge Cabeleira e O Dia Em Que Seremos Todos In\u00fateis e, mais recentemente, Cassady. Com anos de experi\u00eancia no palco, o artista resolveu desenvolver outros talentos como a produ\u00e7\u00e3o musical e a cria\u00e7\u00e3o de trilhas sonoras, o que o levou a ser selecionado pelo Red Bull Music Academy em New York. O Grassmass \u00e9 a incurs\u00e3o do produtor Rodrigo Coelho pelos sintetizadores anal\u00f3gicos, sistemas modulares e m\u00fasica eletr\u00f4nica criada ao vivo. O set se desenvolve em tempo real, e apesar de sofrer muta\u00e7\u00f5es constantes a depender do esp\u00edrito da noite, trafega entre os prim\u00f3rdios da m\u00fasica concreta, Kraftwerk e ritmos africanos.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/tMa_icYKL_0?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>OPALA (RJ)<\/strong><br \/>\nO universo particular de Maria Luiza Jobim e do parceiro Lucas de Paiva dan\u00e7a pela tonalidade branda dos sons como quem se esquiva a todo o instante de poss\u00edveis exageros. Parte da safra de artistas cariocas inclinados ao resgate nost\u00e1lgico de marcas expressivas d\u00e9cada de 1980, o Opala, projeto aos comandos partilhados do casal, dan\u00e7a pelo tempo. Ao transportar elementos esquecidos da produ\u00e7\u00e3o musical concebida h\u00e1 tr\u00eas d\u00e9cadas, sem perder o teor de \u201cnovidade\u201d que se esconde na Chillwave, a dupla faz do autointitulado primeiro disco uma morada inevit\u00e1vel para a calmaria e a dor. Um som que parece refletir o cen\u00e1rio individual dos parceiros, mas que se aproxima sem qualquer rastro de timidez do pr\u00f3prio ouvinte. Lucas e Maria Luiza trazem nas refer\u00eancias um condimento para uma obra de esfor\u00e7o e reverbera\u00e7\u00f5es particulares.<\/p>\n<p>[soundcloud url=&#8221;http:\/\/api.soundcloud.com\/tracks\/96765696&#8243; params=&#8221;&#8221; width=&#8221; 100%&#8221; height=&#8221;106&#8243; iframe=&#8221;true&#8221; \/]<\/p>\n<p><strong>MEM\u00d3RIA DE PEIXE (Portugal)<\/strong><br \/>\nMem\u00f3ria de Peixe, banda portuguesa, \u00e9 um projeto de Miguel Nicolau e Nuno Oliveira, que se apoia na constru\u00e7\u00e3o em tempo-real de m\u00fasicas, a partir de uma guitarra e de uma bateria, usando loops de tempo curto. Tal como a mem\u00f3ria de um peixe, as melodias reinventam-se \u00e0 medida que s\u00e3o constru\u00eddas e repetidas. O projeto nasceu em 2011, no momento em que a dupla decidiu avan\u00e7ar para um disco ambicioso, mas ao mesmo tempo honesto, tentando fazer com que a t\u00e9cnica n\u00e3o limitasse aquilo que \u00e9 sua inten\u00e7\u00e3o principal: a m\u00fasica. Mem\u00f3ria de Peixe j\u00e1 se apresentou ao vivo em festivais europeus como Milh\u00f5es de Festa e Optimus Primavera Sound.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/a335Qp1kvo0?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>KAROL CONK\u00c1 (PR)<\/strong><br \/>\nConsiderada uma das principais representantes do Rap feminino dos \u00faltimos tempos no pa\u00eds, a curitibana Karol usa beats pesados e misturas sonoras em disco de estreia &#8220;Batuk Freak&#8221;. O disco lan\u00e7ado com download gratuito pelo site da revista Vice garantiu um grande n\u00famero de acessos e a distribui\u00e7\u00e3o das c\u00f3pias f\u00edsicas pela Deckdisc. A riqueza de refer\u00eancias sonoras fez com que a artista ganhasse na categoria Revela\u00e7\u00e3o pelo Superj\u00fari do Pr\u00eamio Multishow e se firmasse como um dos nomes mais importantes do rap nacional. Ela j\u00e1 fez parcerias inesperadas \u2013 Luiz Melodia, Bonde do Rol\u00ea e Leo Justi &#8211; participou do Creators Project Brasil com o Araab Music e foi a festivais do Amap\u00e1 ao Rio Grande do Sul, chegando pela primeira vez ao Recife no festival No Ar.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/EXvRois3tlM?feature=player_embedded\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr>\n<p><strong><br \/>\nTEATRO DA UFPE \u2013 18 e 19\/10<\/p>\n<p>JUVENIL SILVA (PE)<\/strong><br \/>\nUm dos representantes de Pernambuco no palco do festival deste ano \u00e9 Juvenil Silva, que lan\u00e7ou no come\u00e7o do ano seu disco solo &#8220;Desapego&#8221;. Juvenil \u00e9 praticamente o porta-voz de uma nova cena musical do estado que veio despontando pouco a pouco debaixo dos principais holofotes com shows em eventos como A Noite do Desbunde El\u00e9trico e realizando colet\u00e2neas como &#8220;ONI &#8211; Objeto N\u00e3o Identificado&#8221;. &#8220;Desapego&#8221; traz suas composi\u00e7\u00f5es autorais e algumas parcerias com nomes que fazem parte da chamada &#8220;Cena Beto&#8221;, a exemplo de Jean Nicholas, D Mingus, Matheus Motta e Aninha Martins. Suas influ\u00eancias v\u00e3o desde o rock de Raul Seixas e Erasmo Carlos a nomes irrotul\u00e1veis como Jards Macal\u00e9 e Sergio Sampaio.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/VS_5fR6V1w4?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>HURTMOLD (SP)<\/strong><br \/>\nO Hurtmold foi formado em 1998 na cidade de S\u00e3o Paulo. Com base no rock, mas empilhando v\u00e1rias outras refer\u00eancias sonoras, o grupo se utiliza de in\u00fameros instrumentos, resultando numa musicalidade de forte car\u00e1ter org\u00e2nico, recheada de texturas, ora tensas ora delicadas e sempre aberta a improvisa\u00e7\u00f5es. &#8220;\u00c9 dif\u00edcil definir a m\u00fasica que fazemos. A gente faz um rock nem um pouco ortodoxo, coisa que muitas bandas vem fazendo h\u00e1 anos&#8221;, tenta sintetizar Maur\u00edcio Takara, baterista do Hurtmold. O grupo possui cinco discos lan\u00e7ados e j\u00e1 se apresentou em eventos de car\u00e1ter internacional como o Tim Festival, Planeta Terra e Sonar Barcelona. A primeira apresenta\u00e7\u00e3o do Hurtmold no Recife foi no festival No Ar Coquetel Molotov em 2005. Desde l\u00e1, seus integrantes retornaram \u00e0 cidade algumas vezes para apresenta\u00e7\u00f5es de seus projetos paralelos e acompanhando outros shows.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/dw9FUWmJJk8?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>C\u00cdCERO (RJ)<\/strong><br \/>\nUma das maiores revela\u00e7\u00f5es da m\u00fasica brasileira e jovem, o carioca C\u00edcero chamou a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico com o seu primeiro e independente \u00e1lbum \u201cCan\u00e7\u00f5es de Apartamento\u201d. Com can\u00e7\u00f5es melanc\u00f3licas e intimistas, \u201cCan\u00e7\u00f5es de Apartamento\u201d rapidamente foi ganhando f\u00e3s na internet e na m\u00eddia especializada. Em seguida, vieram os convites para shows e por um ano e meio rodou o Brasil em apresenta\u00e7\u00f5es ao vivo lotadas. Em cada show, C\u00edcero comanda um coro de centenas de pessoas, que conhecem todas as suas m\u00fasicas e suas letras. Seu disco ficou na lista de melhores do ano da MTV Brasil e dos sites Rock&#8217;n&#8217;Beats, Rock in Press, Urbe e Trabalho Sujo. Com influ\u00eancias diversas, C\u00edcero apresenta um consistente trabalho autoral. Seu vocal \u00e9 delicado, quase triste, e as letras parecem sempre confessionais, quando o ouvinte tem a sensa\u00e7\u00e3o de estar lendo um di\u00e1rio ou escutando as confid\u00eancias de um amigo.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/FX9s_RfEzJE?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>RODRIGO AMARANTE (RJ)<\/strong><br \/>\nCinco anos depois da estreia do trabalho solo de um dos integrantes do Los Hermanos no Recife, agora chegou a vez do festival No Ar Coquetel Molotov receber Rodrigo Amarante e o show de seu primeiro disco &#8220;Cavalo&#8221;. Depois da separa\u00e7\u00e3o do Los Hermanos (que continua se reunindo esporadicamente para shows), Amarante integrou a Orquestra Imperial e o grupo Little Joy, ao lado de Fabrizio Moretti, baterista do Strokes, e Binki Shapiro, al\u00e9m de ter feito eventuais colabora\u00e7\u00f5es para cantores como Devendra Banhart. Durante a turn\u00ea de 15 anos do Los Hermanos, Amarante apresentou ao vivo a estreia de algumas destas novas m\u00fasicas durante o festival Abril Pro Rock. &#8220;Cavalo&#8221;, seu primeiro disco oficial, vinha sendo produzido ao longo dos \u00faltimos anos e tem suas 11 faixas j\u00e1 dispon\u00edveis para audi\u00e7\u00e3o na Internet. No palco, Amarante estar\u00e1 acompanhado por Rodrigo Barba, Gabriel Bubu, Gustavo Benj\u00e3o e Lucas Vasconcellos.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/qUpmVE6mFfU?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>BIXIGA 70 (SP)<\/strong><br \/>\nA banda Bixiga 70 formou-se a partir da uni\u00e3o de v\u00e1rios m\u00fasicos j\u00e1 conhecidos da cena paulistana a partir de trabalhos desenvolvidos no est\u00fadio Traquitana, localizado no cora\u00e7\u00e3o bo\u00eamio do centro de S\u00e3o Paulo. Considerado por muitos como o ber\u00e7o do samba paulistano, o bairro do Bixiga tamb\u00e9m hospeda e alimenta a imagina\u00e7\u00e3o desses dez m\u00fasicos que buscam estreitar os la\u00e7os entre o passado e o futuro atrav\u00e9s de uma leitura da m\u00fasica cosmopolita de pa\u00edses como Gana e Nig\u00e9ria, dos tambores dos terreiros, da m\u00fasica malink\u00e9, da psicodelia, do dub e de uma atitude despretensiosa e sem limites para o improviso e a dan\u00e7a. Em setembro de 2013, o Bixiga 70 lan\u00e7a o seu segundo trabalho, com produ\u00e7\u00e3o e arranjos de autoria da banda. O disco reflete o aprofundamento do conjunto em suas influ\u00eancias, ao mesmo tempo em que aponta novos caminhos e sonoridade. Sem t\u00edtulo, como o primeiro, \u00e9 obra totalmente independente e conta novamente com a mixagem de Victor Rice e a arte de MZK.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/wsd6FVGE25I?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>PERFUME GENIUS (EUA)<br \/>\n<\/strong>Perfume Genius \u00e9 Mike Hadreas, cantor e compositor de Seattle cujo disco de estreia de 2010 &#8220;Learning&#8221; foi chamado de &#8220;um \u00e1lbum de uma beleza rara e redentora pelo Drowned In Sound. Foi assim que ele se estabeleceu e conquistou seu espa\u00e7o como um dos mais singulares artistas desta gera\u00e7\u00e3o. Boa parte da constru\u00e7\u00e3o de &#8220;Learning&#8221; foi feita por Mike em um per\u00edodo de auto-isolamento ap\u00f3s um momento de trauma e desilus\u00e3o. E como a m\u00fasica \u00e9 terapeutica, Mike ressurgiu para a vida com o alterego Perfume Genius com m\u00fasicas que refletem esse per\u00edodo angustiante. As m\u00fasicas hipn\u00f3ticas de Perfume Genius s\u00e3o leves, mas ao mesmo tempo surreais e grandiosas, recordando can\u00e7\u00f5es de ninar, lendas e com uma espiritualidade intr\u00ednseca.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/OOpkr8uNWpk?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>MET\u00c1 MET\u00c1 (SP)<\/strong><br \/>\nJu\u00e7ara Mar\u00e7al, Kiko Dinucci e Thiago Fran\u00e7a lan\u00e7aram o projeto Met\u00e1 Met\u00e1 em 2011. Queriam aproveitar a bagagem que j\u00e1 tinham com outras bandas e m\u00fasicos para flertar com punk, metal, noize, free jazz, m\u00fasica africana, latina e brasileira. &#8220;MetaL MetaL&#8221;, o novo disco do grupo, carrega uma ironia em seu nome, uma discuss\u00e3o sobre o que \u00e9 tocar rock hoje em dia. Contrapondo-se ao g\u00eanero, que, muitas vezes se apresenta desgastado, com f\u00f3rmulas limitadas que se repetem h\u00e1 d\u00e9cadas. O \u00e1lbum de Ju\u00e7ara, Kiko e Thiago dialoga com o rock como atitude, jeito visceral de tocar, n\u00e3o como g\u00eanero. Mistura-se a influ\u00eancias diversas, sobretudo \u00e0 linguagem da polifonia africana, sem deixar de se relacionar com o meio urbano, a cidade e o contempor\u00e2neo. No Met\u00e1 Met\u00e1, o discurso da \u201cm\u00fasica popular\u201d \u00e9 tomado por inflex\u00f5es e perspectivas absolutamente destoantes de tudo o que vem sendo feito nesta seara.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/wKIkHnHki-4?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><strong>CLARICE FALC\u00c3O (PE)<\/strong><br \/>\nFilha do cineasta Jo\u00e3o Falc\u00e3o e da roteirista e escritora Adriana Falc\u00e3o, Clarice come\u00e7ou a carreira como atriz atuando em curta-metragens. Ap\u00f3s um tempo come\u00e7aram a surgir os seus primeiros trabalhos na TV em seriados e programas de humor. Mas foi na Internet que Clarice obteve maior audi\u00eancia ao participar dos esquetes do canal Porta dos Fundos no YouTube junto com outros atores. Foi l\u00e1 que sua carreira musical ganhou notoriedade a partir dos v\u00eddeos de suas m\u00fasicas, que chegaram a ter mais de 10 milh\u00f5es de acessos. Esta boa receptividade foi o que a atriz e cantora pernambucana, radicada no Rio de Janeiro, precisava para gravar e lan\u00e7ar seu primeiro \u00e1lbum, &#8220;Monomania&#8221;. Apenas com composi\u00e7\u00f5es autorais, o disco de Clarice Falc\u00e3o foi lan\u00e7ado apenas online, dispon\u00edvel para compra no iTunes, sendo um dos dez mais vendidos na plataforma digital.<\/p>\n<p><iframe width=\"440\" height=\"360\" src=\"\/\/www.youtube.com\/embed\/9alQmccslVM?feature=player_detailpage\" frameborder=\"0\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<hr>\n<p><strong>Fotos para download<\/strong>: <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/folderview?id=0BxTRk6PFWC9TT3Mta0ZVMi1UU1E\" target=\"_blank\">https:\/\/drive.google.com\/folderview?id=0BxTRk6PFWC9TT3Mta0ZVMi1UU1E<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PR\u00c9VIAS \u2013 29\/09 MATHEUS MOTA (PE) Matheus Mota, com o seu estilo &#8220;a paisana&#8221; e seguindo uma estrutura melodica bastante interessante, consegue condensar toda uma &#8220;estranheza&#8221; musical em versos l\u00fadicos e sonoridade que com o tempo soa pop e com um tanto de nostalgia. Al\u00e9m dele no teclado e voz, formam a banda Varal que o acompanha: Rodrigo Padrao (guitarra), Aninha Martins (vocal), Aline Borba (flauta e vocal), Thiago Canuto (baixo) e Daniel Moraes (bateria). 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